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Estamos todos a nadar contra a corrente. Juntos!

O Estudo CERNA

Porto Living lab

Todos sabemos que é necessário mudar hábitos para responder à crise climática.


Muitos hesitam em agir, convencidos de que mais ninguém se compromete e de que o seu esforço não passará de uma gota no oceano. Mas a verdade é que essas gotas somam-se — e juntas formam uma onda de mudança.

Analisámos perceções, atitudes e comportamentos face à crise climática e energética em seis cidades europeias, e os resultados são claros: a grande maioria dos cidadãos — independentemente das divisões políticas — manifesta preocupação com o clima e apoia medidas em prol da transição ecológica

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Queremos partilhar estes resultados contigo — e, quem sabe, inspirar-te e orientar-te para um estilo de vida mais sustentável.


Explora a página ou clica abaixo para saber mais.

Se estiveres curioso para saber a situação noutros países, em breve poderás explorar os resultados dos restantes Living Labs do PROBONO clicando no mapa!

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O que é a ignorância pluralista e como nos afeta?

A ignorância pluralista funciona como na fábula O Rei Vai Nu, de Hans Christian Andersen: acreditamos que ninguém mais vê ou age – e isso leva-nos à inação. Mas, na realidade, a maioria das pessoas está preocupada e disposta a agir.

Este fenómeno acontece quando as pessoas aderem a algo em que não acreditam verdadeiramente, apenas porque pensam que os outros concordam. No conto de Andersen, todos fingem ver as roupas do rei porque acreditam que os demais também as veem. Na verdade, o rei está nu, mas o silêncio coletivo cria uma ilusão, onde cada um pensa ser o único a duvidar. Até que alguém quebra o silêncio — e então todos se sentem livres para expressar o que já sabiam.

O mesmo pode acontecer com a crise climática. É fácil pensar que as nossas ações individuais são insignificantes — apenas uma gota no oceano. Mas, quando percebemos que muitas outras pessoas também estão empenhadas, percebemos que essas gotas formam ondas. O impacto coletivo ganha força e cada ação deixa de ser pequena para se tornar parte de uma transformação real.

 

E será que as pessoas estão realmente preocupadas com o clima? Os estudos confirmam que sim – e muito mais do que imaginamos. O gráfico abaixo mostra o grau de preocupação com a crise climática em diferentes países, revelando que não estamos sozinhos nesta luta.

Who really supports climate action? More people than you think!

 

We asked participants how much they support specific climate policies, and how much support they believe exists among others: people close to them, people in their country, and people across the EU.
The results show a clear trend: most people are more supportive than we assume.

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Então... o que pode realmente fazer?

Podes fazer muito – todos nós podemos. E as nossas pesquisas mostram que as pessoas realmente querem agir. Mas pode ser difícil perceber quais são as ações com maior impacto nas alterações climáticas.

Não te preocupes – fizemos os cálculos por ti e desmistificámos alguns mitos comuns!
Os gráficos abaixo mostram aquilo que os participantes de cada país acreditam ser as ações mais eficazes — em comparação com as que, segundo os cálculos, realmente têm maior impacto.

Ao compreender esta diferença, conseguimos fazer escolhas mais informadas e concentrar-nos nas medidas que mais contribuem para reduzir o nosso consumo de energia.

Ainda assim, é importante reforçar: todas as ações contam.

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Vontade e motivação não chegam: são os hábitos que transformam!

A motivação e a organização ajudam em decisões pontuais — como comprar uma bicicleta ou instalar uma bomba de calor. Mas quando falamos de mudar o dia a dia — pedalar de facto, comer mais vegetais ou gastar menos — a vontade sozinha não basta.

Muitas vezes tentamos criar novos hábitos, mas é difícil mantê-los. Isso acontece porque construir hábitos duradouros exige mais do que determinação: pede consistência, estratégias e pequenas mudanças sustentadas.

Contexto e gatilhos

O contexto e os gatilhos têm um papel decisivo na forma como agimos todos os dias. O contexto é o ambiente e a situação em que estamos - em casa, no trabalho ou num encontro social. Já os gatilhos são estímulos que disparam comportamentos automáticos: atender o telefone quando vibra, comer só porque vemos uma tigela de doces. O cérebro cria associações entre gatilhos e hábitos, levando-nos muitas vezes a agir sem pensar.A boa notícia é que, se quisermos mudar, podemos atuar sobre o contexto ou eliminar/substituir os gatilhos que desencadeiam ações indesejadas. Da mesma forma, podemos aproveitar estímulos positivos para criar e consolidar hábitos melhores.

É na prática que nos tornamos mestres

A repetição é essencial para cultivar novos hábitos, pois permite que o cérebro crie e reforce as conexões neuronais que tornam um comportamento automático. Quando uma ação é repetida regularmente na mesma situação, os mesmos circuitos neuronais são ativados repetidamente. Com o tempo, esses circuitos fortalecem-se e a ação torna-se mais fácil. Por exemplo, beber um copo de água todas as manhãs após escovar os dentes pode tornar-se um automatismo se for repetido diariamente. 

Recompensa-te

Recompensar-te desempenha um papel importante na criação de novos hábitos. Quando nos recompensamos - ou recebemos uma recompensa externa - após um comportamento desejado, o cérebro libera dopamina, uma molécula que proporciona uma sensação de prazer e satisfação. A dopamina contribui para criar e reforçar novas conexões neuronais, o que torna o comportamento mais fácil de repetir posteriormente. Para serem eficazes, as recompensas devem ser dadas rapidamente - idealmente no minuto seguinte à ação. Assim, o cérebro associa diretamente a recompensa ao comportamento.

A mudança de comportamento e a formação de hábitos são, sem dúvida, assuntos complexos. O que encontras-te nesta breve introdução à formação de hábitos representa apenas a ponta do iceberg.

As informações aqui apresentadas baseiam-se no livro da professora Wendy Wood, Good Habits, Bad Habits, no qual ela explica, de forma clara e acessível, a ciência e as pesquisas por detrás dos nossos hábitos.

Se quiseres saber mais sobre os processos psicológicos e neurológicos relacionados com a formação de hábitos, recomendamos que comeces por este livro.

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This project has received funding from the European Union’s Horizon 2020 Europe Research and Innovation programme under Grant Agreement No 101037075. This output reflects only the author’s view, and the European Union cannot be held responsible for any use that may be made of the information contained therein.

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